Recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), a prática é uma das principais medidas para prevenir infecções e proteger pacientes, profissionais de saúde e toda a comunidade
A higienização das mãos continua sendo uma das medidas mais eficazes para prevenir doenças e reduzir a transmissão de infecções. Simples, rápida e de baixo custo, essa prática é recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como a principal estratégia para interromper a cadeia de transmissão de vírus, bactérias e outros microrganismos, tanto nos serviços de saúde quanto no dia a dia da população.
Segundo a OMS, milhões de pacientes são afetados todos os anos por infecções relacionadas à assistência à saúde em todo o mundo, sendo que muitas delas podem ser evitadas com a higiene adequada das mãos. A adoção dessa prática reduz significativamente o risco de transmissão de doenças e fortalece a segurança do paciente.
No Hospital Estadual de Formosa (HEF), assim como em todos os serviços de saúde, a higienização das mãos é reconhecida como uma das principais medidas para prevenir infecções relacionadas à assistência à saúde e promover a segurança do paciente. O cuidado protege pacientes, profissionais, acompanhantes e visitantes, reduzindo a disseminação de microrganismos e contribuindo para um ambiente assistencial mais seguro.
A recomendação é que as mãos sejam lavadas com água e sabonete sempre que apresentarem sujeira visível. Quando estiverem aparentemente limpas, a fricção com álcool 70% é uma alternativa segura e eficaz para eliminar a maior parte dos microrganismos.
Para a enfermeira coordenadora do Serviço de Controle de Infecção Hospitalar (SCIH), Rayene Sousa, a higienização das mãos é um dos pilares da prevenção de infecções e da segurança do paciente. "A higienização das mãos é um dos cuidados mais simples e, ao mesmo tempo, mais importantes para proteger a saúde. Quando realizada da forma correta e nos momentos indicados, ela reduz significativamente a transmissão de microrganismos e previne infecções. No ambiente hospitalar, esse hábito é essencial para garantir a segurança dos pacientes, dos acompanhantes e dos profissionais de saúde. Mas essa responsabilidade não se limita ao hospital. Cada pessoa pode contribuir para a prevenção de doenças adotando esse cuidado no dia a dia, seja em casa, no trabalho, na escola ou em locais públicos. Pequenas atitudes fazem uma grande diferença na proteção da saúde coletiva," destaca.
No cotidiano, manter esse hábito antes das refeições, após utilizar o banheiro, ao chegar em casa, depois de tossir ou espirrar e após tocar em superfícies de uso coletivo contribui para prevenir doenças respiratórias, gastrointestinais e outras infecções, protegendo toda a comunidade.
Além da higienização das mãos, manter a vacinação em dia, adotar a etiqueta respiratória e procurar atendimento médico diante de sintomas persistentes são medidas que reforçam a prevenção e promovem uma assistência cada vez mais segura.



